16 outubro 2007

Aquele abraço!


Liguei a televisão por uns instantes e apanhei o Prós e Contras, exactamente na altura em que se iniciava a intervenção de José Arruda, da Associação de Deficientes das Forças Armadas. Logo a seguir, tive oportunidade de ouvir o depoimento sofrido, patriótico e vibrante de alguém que conheci há anos e que, posteriormente, foi (soube-o pelos órgãos de comunicação) presidente dessa mesma associação: o Cândido Patuleia.
Para ele, pelo que de humano conseguiu trazer ao debate, um enorme abraço.

14 outubro 2007

Só mais isto, por hoje...


E vejam também este post do Nuno Josué, mai-la canção do Zeca nele referida.

Irmã Selma

12 outubro 2007

Viva!

Não consegui ter tempo para vir aqui anteontem, como prometera. Deixo-vos hoje aqui duas referências. Esta, a que devem juntar o comentário do próprio Alf, e esta, via Range-o-Dente.
Até já.

08 outubro 2007

Vamos lá a ter uma conversa!


Fez anteontem seis meses que arranjei este cantinho.
Pouco a pouco, tem vindo a crescer o número de pessoas que o frequenta. Contas por alto, registo, presentemente, entre 30 a 40 visitas diárias. Não é muito? Confesso que me interessa menos o número do que a qualidade dos visitantes. E - o que me agrada ainda mais - que posso arriscar, com certa segurança, em afirmar ter feito alguns amigos entre eles.
Só que vou entrar numa nova fase de trabalho e de vida, que exige, entre outras coisas, a realização de uma pós-graduação. O que implica deixar de poder dedicar ao blog o pouco tempo que ainda tinha.
Não estou a despedir-me. Não tenciono fechar o estaminé. Mas, como será evidente, diminuirá a frequência de posts, bem como a sua regularidade. A partir de hoje, a minha actividade blogueira passará, predominantemente, por comentários aos posts alheios. Os meus, salvo situações que me exijam desopilar o fígado com premência, serão publicados apenas às quartas-feiras e no inevitável fim-de-semana.
A todos um abraço.
Até já.
Joaquim Simões

06 outubro 2007

Hoje tive um dia p'ra esquecer!

Amanhã falamos!

Não enche!

Corroborando o que o Alf...

... diz no comentário ao post anterior, hoje Medina Carreira afirmava, em entrevista à SIC Notícias, que o problema do ensino em Portugal era que muito poucos entendem o que é a escola. Os pais não estão empenhados em que os filhos aprendam seja o que for, de facto estão é interessados em que eles tenham um papel - um canudo, um certificado - que lhes dê acesso a um emprego, de preferência um tacho (não o disse por estas palavras, mas o sentido era esse). E os alunos, por tabela, têm a mesma atitude.
É a visão da escola enquanto viveiro de funcionários, públicos ou privados, em busca da pastagenzinha de cada dia.
O problema, Alf, é que os tipos que mandam não tiveram pré-primária nem imaginam o que ela pode significar. E a escola, dela para a frente, também não. E agora?!
Mas não pense que os franceses que cita estão neste momento muito melhor do que nós...! Se não estiverem pior...! Mas isso é conversa para outro dia.

04 outubro 2007

A ter em atenção



Numa peça informativa da RTPN falava-se hoje do caso do julgamento de um alguém que, sem estar na posse das habilitações consideradas indispensáveis, durante vinte anos se auto-intitulou de psiquiatra, tendo, inclusivamente, dado pareceres a pedido de tribunais. Nunca houve quaisquer queixas e os pacientes que testemunharam trataram-no respeitosamente por "sr. doutor".
O que haverá a assinalar nisto tudo?
A vigarice intolerável? Claro!
A falta de fiscalização quanto às habilitações de quem exerce cuidados de saúde? Sem dúvida!
O facto de, pura e simplesmente, não se ter concedido o estatuto de psiquiatra a quem, pelos vistos, é dotado de tanta apetência para essa actividade que - caso raro em qualquer profissão - nem deu lugar a problemas, gerando mesmo o respeito dos que a ele recorreram? Talvez.
Que há que rever urgentemente o modo como o ensino superior é perspectivado em Portugal? Alguém discorda?!
Que o homem deveria, justificadamente, ocupar (se assim o entendesse) o lugar de professor nesse mesmo ensino e com maior legitimidade do que muitos que por lá andam?
Bom...

Transcrevo aqui...


... directamente este post d' O Jumento:

Cobardes es-equo

A maior promessa eleitoral de Sócrates foi a criação de 150.000 postos de trabalho, até teve honras de cartaz e tempo de antena nos debates públicos. É hoje evidente que Sócrates estava a mentir, talvez por ignorância ou mau conselho, mas em rigor o que fez foi recorrer a uma mentira para obter o voto dos portugueses. Agora que o desemprego aumentou contra a tendência da Europa o mínimo que se esperava do Governo era uma explicação.
Qualquer estudante de economia poderia fazê-lo e até poderia evitar grandes culpas para o governo, mas mesmo assim nenhum ministro teve a conhecida saliência anatómica própria dos que não têm medo. O ministro das Finanças poderia assumir a responsabilidade por uma receita típica doa anos duros do FMI, o ministro do Trabalho poderia questionar os critérios e explicar que os dados do desemprego valem o que valem e o ministro das Economia poderia justificar o desemprego como um resultado da reestruturação e modernização da economia. Mas nenhum deles teve coragem de dar a cara, optaram pela cobardia.

E atenção ao novo do Alf, que, passo a passo, procura reescrever a nossa história.

Vergonhas


Na sequência de um post que publiquei no passado dia 20 de Agosto, chamo a atenção para este outro, do 31 da Armada. Até amanhã.

03 outubro 2007

Da SIC, com amor

Assistir ao telejornal da SIC é uma experiência inolvidável (como, aliás, aos restantes)!
Num teste à minha inteligência (quem disse que a televisão estupidifica?!), dizia há pouco o comunicador de serviço, com um sorriso e uma entoação semelhantes a um piscar d'olho, que a gasolina em Espanha é €25 mais barata do que em Portugal. Ainda não consegui fazer as contas, mas estou a tentar porque acho que há um prémio em jogo. De qualquer modo, assim por alto, penso que deve ser oferecida.
Agora anuncia-se uma peça sobre os perigos do andarilho: diariamente, duas crianças são tratadas nos hospitais, devido a acidentes com esse tipo de velocípede. Fazendo as contas à gasolineiro espanhol, estaremos em presença (no universo de acidentes a que, por qualquer razão ainda misteriosa para a ciência, as crianças se encontram sujeitas) de uma percentagem não apenas significativa como alarmante, para a qual nunca é demais a vigilância da espécie. Aproveito mesmo para sugerir, humildemente, ao sr. primeiro-ministro que seja determinada, com urgência, a obrigatoriedade de uma carta de condução e estabelecida a "tolerância zero", a bem dos futuros cidadãos do país.
Sinto-me de espírito arrelampado. Vou desligar, antes que vomite.

02 outubro 2007

Portuguese old way


O texto de Rui Tavares, que se pode encontrar na contracapa do PÚBLICO de hoje, é, quanto a mim, exemplar. Ora leiam:

Chorai, elites

Em geral, as elites portuguesas não se distinguem por nada que tenham feito. Não têm o hábito de se elevar e, em consequência, resta-lhes empurrar o povo para baixo quando ele se chega muito perto. Vejamos, a título de exemplo, as célebres elites do PSD. (...)
Diz-se que as elites do PSD perderam por falta de comparência ou por acharem que tinham o partido na mão. Ambas as explicações significam isto: as elites do PSD, no fundo, não são tão elites quanto isso. Na tradição nacional, sempre esperaram que o seu lugar lhes fosse guardado e cedido: no conselho de administração como no conselho de ministros. Nos intervalos do poder, escolhiam um caseiro para tomar conta do partido. Da mesma forma, estes legítimos representantes da respeitabilidade cavaquista continuam a achar que o PSD tem de ter lugar cativo na sociedade prtuguesa, apenas porque sim. Sempre desprezaram a ideologia a favor de um suposto monopólio do "saber governar". Fizeram o elogio dos self-made men para depois os acusar de populismo. Fugiram das causas sociais e avisaram o seu povo para se manter afastado do "politicamente correcto". Repetiram durante anos que a iniciativa pública é incompetente e a iniciativa privada, virtuosa. Lembraram que, se fizermos tudo para beneficiar os investidores e os empresários, o dinamismo do mercado se encarregará de todos. Riram das graçolas de Alberto João Jardim e apresentaram-no como bom exemplo. Aliaram-se a Paulo Portas para governar o país. Chegaram a eleger Santana Lopes, não em directas, mas em Conselho Nacional. E agora choram: mas este foi o partido que eles fizeram.

01 outubro 2007

Vá! Toca a ler...

E. M. Escher, Três mundos
... mais um post do Alf.

Bruce Lopes


Em poucos dias, deixa a SIC de cara à banda, despacha de alto em Mário Soares, esgalha- pessegueiro em Marcelo Rebelo de Sousa...
Mudou de whisky? Trocou de namorada? Será da reforma?
Querem ver que o homem ainda se faz?!

É que tá-se mesmo...

... a ver!

30 setembro 2007

E haverá...


... muuuito mais do que isto a dizer! (via Range-o-Dente).

Só mais...


... esta e páro por hoje, que estou com trabalho até aqui!