13 janeiro 2008

Não sei dizer mais do que isto


Complementares entre si, os textos de Vasco Pulido Valente e de António Barreto no PÚBLICO de hoje são, a meu ver, simultaneamente, exemplares e patéticos. Exemplares, porque colocam o fenómeno José Sócrates em parâmetros que permitem compreeender, lata e profundamente, o seu significado. Patéticos, porque são eles mesmos sintomas da incapacidade em contribuirem para modificar no que quer que seja a situação que analisam.
Ficarão, para um dia - do ponto de vista histórico, certamente não muito longínquo - virem a ser estudados como documentos típicos de um país em vias de desaparecimento.
A não ser que...

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