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30 maio 2008

Tradutora para língua gestual...


... sofre!!! (via 31 da Armada)

25 março 2008

Uma sugestão cá de casa



Mudem o pessoal dos Balcãs para o Médio Oriente e os do Médio Oriente para os Balcãs. Talvez a mudança de coordenadas os deixe confusos e, assim, se aquietem por uns tempos...
Afinal, já se tentou tanta coisa, não custava nada mais esta...!
(devem ter percebido que, por hoje, esgotei a paciência!)

19 março 2008

E Deus enviou...


... três anjos para o receberem.

27 outubro 2007

Não sou eu quem o diz!!!

Escultura sul-coreana

É a Ciência!!! (via Womenage à Trois)

01 outubro 2007

Bruce Lopes


Em poucos dias, deixa a SIC de cara à banda, despacha de alto em Mário Soares, esgalha- pessegueiro em Marcelo Rebelo de Sousa...
Mudou de whisky? Trocou de namorada? Será da reforma?
Querem ver que o homem ainda se faz?!

30 setembro 2007

Só mais...


... esta e páro por hoje, que estou com trabalho até aqui!

Egrégios avós


No perfil biográfico de Luís Filipe Menezes feito pela SICNotícias, refere-se o facto de ele ter raptado a sua mulher de um colégio interno, onde os pais da mesma a tinham colocado para contrariarem o namoro.
Portugal tem agora um futuro primeiro-ministro de fibra, possuidor das virtudes maiores de que um português se pode orgulhar, desde Dinis e Pedro I! Qual é o que de entre nós, homem ou mulher, depois de saber isto, é capaz sequer de pensar em votar no engenheiro?!

13 setembro 2007

Criou-ma m'nha menzinha p'ra isto...!


Ah! A China...!
Ah! Que falta de paciência...!!!

24 agosto 2007

Équelé por todó lado!


Poucas horas atrás, num Pingo Doce situado dentro de um pequeno centro comercial da área de Lisboa, depois de ter feito as minhas compras meti-me na fila para uma das caixas, onde fiquei atrás de um casal na casa dos cinquenta, ele numa cadeira de rodas. Dada a pequena dimensão do supermercado, nenhum dos que já se encontravam anteriormente na fila se apercebeu da aproximação dos três, situados ainda no corredor entre as prateleiras.
Conversando entre si, o casal aguardava a sua vez de ser atendido, embora a caixa estivesse destinada a atendimento prioritário de grávidas e deficientes. De súbito, irrompendo por trás de mim, uma senhora dirige-se a ambos, vociferando: “O senhor não precisa de estar aqui à espera! O senhor tem o direito de ser atendido em primeiro lugar! Vá, passe à frente!” E avançou em direcção aos outros clientes, apanhados de surpresa: “Desviem-se! Vá, avance!”.
Tanto ele como ela, igualmente surpreendidos pelo tornado de olhos arremelgados e voz comicieira, só tiveram tempo para dizer: “Não é preciso, obrigado! Não estamos com pressa! Deixem-se estar!”, recusando delicadamente e com um sorriso a passagem ao primeiro lugar da fila. Mas a mulher insistia, voltava atrás e abria caminho, agora em direcção a outra caixa, chamando o casal com acenos para aí serem atendidos em exclusivo, continuando a clamar pelos direitos de que ele deveria usufruir.
Perante a notória falta de disposição de ambos para acatarem a direcção da sua justa iniciativa, já depois de duas funcionárias, alarmadas pelo alarido, os haverem inquirido sobre o assunto, a mulher voltou para junto deles. Foi então que o homem, aproveitando uma pausa na respiração lhe disse: “Minha senhora, eu faço valer os meus direitos excepcionais, quando isso me é necessário, o que, de momento, não é o caso. Por isso, hoje aguardo a minha vez como qualquer dos outros que aqui estão.”
A senhora engasgou-se, tartamudeou qualquer coisa, mas não se deu por vencida e continuou: “Pois… mas deve exigir os seus direitos! Tem que exigir os seus direitos! Tem que exigir os seus direitos”. E afastou-se, a voz a diluir-se pelos corredores, deixando um rasto de comentários, mais ou menos favoráveis.
Esta cena lembrou-me uma outra que presenciei há uns anos, desta vez num hipermercado, também com um casal com as mesmas características. Ele deslocava-se ao lado dela, que empurrava um carrinho a transbordar, tendo passado à frente dos restantes elementos da fila. Quando já se encontravam longe da caixa, uma cliente comentou para uma outra, que a acompanhava: “Na próxima vez que vier às compras, também trago um deficiente…”.
Não é apenas no que respeita aos transgénicos que a tacanhez e a má-fé deste país se manifestam.

21 agosto 2007

Continuando a blogar...


... encontrei dois posts - este e este - com muito interesse e, o que é bastante importante, escritos com (bom) humor.

15 agosto 2007

06 agosto 2007

O Bom Selvagem


Esqueça o pequeno castigo físico do estalo ou palmada, ainda que seja só um gesto simbólico "para sacudir o pó" da roupa do seu filho. O Conselho da Europa, em que Hammarberg é comissário dos direitos humanos, quer acabar com isso, tanto em casa como na escola, aconselhando uma prática que já existe na Suécia. São sinais destes que fazem a evolução das sociedades.
É nestes termos que o PÚBLICO de ontem fala da intenção do sr. Thomas Hammarberg, a quem atribui uma setinha em sentido ascendente.
Falta agora à Europa , sob a égide de Rousseau, legislar sobre o amor de mãe.
Comentarei desenvolvidamente o assunto, logo que tenha oportunidade para tal.

03 agosto 2007

Los tienen en su sitio!

Lawrence Argent, Colhões
Face a uma praga de ratos estimada em 350 milhões de bicheza motivada por um inverno mais quente, os agricultores de Leão e (salvo erro) Castela organizaram uma marcha de protesto, pelo facto de as autoridades espanholas não terem tomado providências na devida altura. É que ele há ratos por todo o lado, devorando as colheitas, ou mortos, aos milhares, nos rios! E começam a surgir diversos casos da designada "febre dos coelhos"...!
No meio da manifestação, uma criança transportava um cartaz onde se lia: "De topos y ratones/ estamos hasta los cojones!" - "De toupeiras (estúpidos) e de ratos/ estamos até aos colhões!".
Felizmente que se trata de espanhóis... Por cá, os agricultores ainda correriam o risco de serem demitidos de qualquer coisa e processados por perversão de menores.
... da-se..!

28 julho 2007

Então não é?!

Chirico, Os Puritanos


Tivesse já o Governo legalizado a prostituição e Fernando Charrua nunca seria suspenso. Considerando que actividade de trabalhadora do sexo é vista (com ou sem razão) como sendo desenvolvida por mão-de-obra não qualificada e, portanto, de menores recursos económicos, o professor poderia mesmo ser elogiado por, implicitamente, ter sugerido que o sr. primeiro-ministro, pesasse embora a sua origem humilde, é pessoa de enormes virtudes e méritos, ao lograr alcandorar-se a um dos mais altos cargos da vida pública. Haver-se-ia deste modo evitado que Portugal passasse por tão terrível sobressalto e, em vez de rictus de desgosto e amargura, ter-se-iam visto sorrisos de pura luz nos rostos dos portugueses ao ouvirem a expressão modelar de Charrua, pela visão de futuro que um tal governante lhes sugeriria.
Apela-se, pois, ao sr. eng. José Sócrates que, na trilha do Simplex e com objectivo de libertar o país de algumas das inutilidades que lhe atravancam o progresso, entopem os tribunais, diminuem o estatuto da mulher e lançam o opróbio sobre os governantes, legalize em breve aquela que, incompreensivelmente, sendo tida como a mais velha profissão do mundo, é, talvez, a menos reconhecida.
A bem da nação!

27 julho 2007

Brincalhão!


Ontem, no PÚBLICO, Manuel Alegre disse, de novo, mais do mesmo, ao que o PS respondeu, desta vez através de Almeida Santos, com o que o que é habitual. Nem uma brisa agitou as águas do pântano.
Em contrapartida, na página imediatamente anterior àquela onde se podia ler o triste (por mais do que uma razão ) texto de Alegre, podia ler-se um outro, do historiador Rui Ramos. Pela acutilância, pelo rigor, bem como pelo subtilíssimo sentido de humor, que culmina no penúltimo período, daqui lhe envio uma enorme "chapelada". Façam favor de se deliciarem.

Alguém notou na semana passada que as eleições de Lisboa produziram uma abstenção digna de um referendo. E foi de facto assim, como um referendo sobre o sistema partidário, que quase toda a classe comentadora interpretou a votação. O resultado não ofereceu dúvidas a ninguém, o povo soberano teria mostrado o seu desprezo pelos partidos.
A discussão sobre os partidos políticos tem sido recorrente em Portugal. Os partidos decepcionaram-nos constantemente. Umas vezes, como durante a monarquia constitucional, porque se entenderam, e assim reduziram a política, que desejaríamos feita de diferenças claras e confrontos abertos, ao tédio da rotação. Outras vezes, como durante a I República, porque não se entenderam, e assim sujeitaram a governação, que queríamos estável e tranquila, a rupturas e mudanças constantes. Neste assunto, há muito que não há mais novidades.
A verdade é que, mais do que os partidos, foi a própria ideia de partido político que ofendeu geralmente os portugueses. Mesmo os mais empedernidos laicistas (e sobretudo eles) quiseram dar à vida política a unidade e a evidência da vida religiosa. Tal como a igreja, também a nação foi pensada como existindo naturalmente unida. Tal como o credo da fé, também o bem público foi concebido como algo simples e óbvio para todos os corações puros. Postas as coisas assim, qualquer divisão só pôde ser entendida como produto e uma maldade facciosa. Para além desta, houve outra razão contra os partidos. Desde há muito que o Estado é, em Portugal, um dos grandes empregadores da classe média e regulamentador de quase tudo. A possibilidade de um “partido” tomar conta dessa máquina para lhe dar um uso sectário assustou e irritou sempre os portugueses. Foi assim que desde que há partidos se começou a sonhar com um regime “livre” deles, apenas focado no bem comum e aberto a todos os cidadãos de boa vontade. O salazarismo quis ser isso. Felizmente, a memória do salazarismo também tem sido, nos últimos anos, a melhor vacina contra isso.
Mas mesmo nos limites do corrente respeito democrático pelos partidos, é possível dizer muito mal deles, como se viu na semana passada. Nem sempre com jeito ou razão. Os actuais partidos não são simplesmente uma selecção dos piores: na década de 1970 socializaram politicamente as elites da época. E continuam a ser máquinas eficazes, controlando quase exclusivamente a representação política. Não por acaso, a maior parte das candidaturas “independentes” em eleições autárquicas traduzem, não a irrupção de forças novas, mas fraccionamentos e dissidências nas estruturas partidárias locais.
O grande mal atribuído aos partidos deste regime é o de terem muito “aparelho” e poucos militantes. Porque é que há tão pouca gente nos partidos? Em certa medida, por boas razões. Não vivemos numa sociedade onde o acesso a serviços ou empregos públicos dependa de cartão partidário. Nem sequer é necessário ser filiado para ocupar cargos políticos. Também temos outros meios para intervenção pública além das organizações partidárias. Enfim, não precisamos de entrar nos partidos. Mas os partidos também não precisam de nós. E esse é, talvez, o ponto mais curioso.
Os actuais partidos portugueses não foram apenas, como todos sabemos, formados a partir do Estado: são partidos do Estado, vivendo de subvenções públicas (desde 1977) e mantendo influência e actividade sobretudo através das posições ocupadas no Governo e autarquias. Não precisam assim de militantes nem de quadros próprios (quando ascendem ao poder, vão buscar o pessoal necessário à vida civil). Sem novas marés de militância e com poucos quadros, aconteceu aos partidos o mesmo que aos clubes moribundos, onde uns poucos asseguram a direcção anos a fio, até se tornarem os principais interessados numa estagnação que os protege de qualquer concorrência. O peso do “aparelho” expressa esta situação.
Suponhamos que se quer mudar isto. Há várias maneiras. Uma é fazer uma revolução - foi assim que tradicionalmente se renovou o parque partidário em Portugal. Outra é tentar comover os cidadãos e o pessoal dos partidos com apelos à ética e à participação. Para quem não queira fazer revoluções nem acredite em catequeses cívicas, resta uma terceira via: obrigar os partidos, dentro de uma lei que assegure a maior transparência, a viver de quotas e recolhas de fundos. Talvez isso os obrigasse a voltarem ao terreno, a tentar aumentar a militância, a procurar novos quadros e a competir no mercado das ideias e das propostas. Em suma: experimentem privatizar os partidos. Talvez aconteça alguma coisa.

26 julho 2007

Já eram os cães...


20 julho 2007

Modesta proposta


Na sequência da medida anunciada pela sra. Ministra da Educação, segundo a qual, no sentido da implementação de uma superior qualidade do ensino, os professores do Secundário deverão passar a ter como grau académico mínimo o mestrado, venho não só manifestar o meu incondicional apoio ao Governo nesta matéria como, na qualidade de cidadão, apresentar uma modesta proposta que visa, na continuidade e aprofundamento desta mesma medida e com profundo espírito democrático, estruturar devida e eficazmente os destinos do país, deste modo evitando a sua sujeição à errância e à falta de rigor, causas de um permanente atraso em direcção ao progresso. Assim, sugiro que nenhum cidadão português possa ser:
1. Candidato a uma Junta de Freguesia, sem que possua uma licenciatura adequada ao lugar para que tenha possibilidade de ser eleito;
2. Candidato a uma Câmara Municipal, sem um mestrado que corresponda aos cargos a desempenhar, em caso de eleição;
3. Candidato a deputado, sem um doutoramento nas áreas sobre que pretenda vir a pronunciar-se e a propor legislação;
4. Governante do país, desde que não haja obtido o grau de catedrático no âmbito da pasta que que lhe seja atribuída.
Em simultâneo e em grau correspondente, todos deverão possuir cumulativamente uma formação em Ciência ou Filosofia Políticas, condição sine qua non para serem elegíveis, além de claras provas dadas quanto ao domínio dos aspectos gramaticais do português, bem como das suas competências no domínio da matemática.
Atendendo à manifesta insuficiência de recursos, sugiro ainda, para terminar, que, a exemplo do recentemente decretado no plano dos ensinos básico e secundário, seja criado um currículo de Novas Oportunidades para dirigentes politicos, incluindo os que neste momento se encontram esforçadamente em funções, apelando, para tal, ao espírito de sacrifício e desejo de valorização pessoal, próprio da sua nova condição de trabalhador-estudante.
Butaí?

13 julho 2007

Este post é delicioso!


Encontrei-o mesmo agora, referenciado pelo Range-o-Dente.

05 maio 2007

Coerência


Segundo uma notícia de primeira página da edição de hoje do jornal PÚBLICO, "Licínio Soares Basto, um dos empresários portugueses detidos no Rio de Janeiro no âmbito da Operação Furacão, é dos maiores financiadores do PS no Brasil e suportou grande parte das despesas da campaha no círculo fora da Europa nas legislativas de 2005. O empresário é também proprietário do imóvel onde está instalada a sede do PS no Rio de Janeiro." A operação policial levou à prisão de "um grupo acusado de negociar sentenças judiciais e decisões políticas para benificiar casas de bingo e de máquinas de jogo de azar. Licínio Soares Bastos também fora nomeado cônsul honorário de Portugal em Cabo Frio, um ano depois de Sócrates chegar ao poder, mas o processo nunca foi formalizado junto do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. A Polícia Federal brasileira suspeita que o português fosse o intermediário do grupo nas negociações para abrir casinos em Portugal e no Brasil."

Haja coerência!
Demita-se José Sócrates e o seu governo!
Auto-dissolva-se o Partido Socialista!

Quanto é que somos homens?! Hmmm?!