13 dezembro 2009

Se eu ainda tivesse alguma dúvida...


... quanto àquilo que aqui tenho vindo a afirmar desde sempre - que o PS e a esquerda no seu conjunto, mesmo aquela que nunca chegou ao governo, são os herdeiros mais directos do salazarismo no que respeita à mentalidade repressiva do poder em geral, que se instalou em Portugal desde a ponta final dos Descobrimentos (mas não só a esquerda) - este depoimento, a que se acrescenta este outro, tirar-mas-ia em definitivo.
É que ser polícia, relembro uma vez mais, não é uma profissão nem sequer uma forma de sobrevivência: é um estado de espírito.

3 comentários:

confraria_da_alfarroba sociedade de irresponsabilidade e limitada disse...

eh!... pá... e o senhor arquitecto, director e tudo... foi a caxias? delirei com os comentários!... esse director é um xarope!... e a justiça um c.........

Joaquim Simões disse...

Caro confrade alfarrobeiro:
O sr. Director nem para comer alfarroba serve. Nunca ouvi aquele homem acertar numa única previsão política que fosse, raramente li uma análise produzida por aquela cabecinha de que se pudesse dizer benzódeus. Que tenha chegado a director do Expresso, não me admira, é só mais um exemplo do país que somos; que por lá se haja mantido por tanto tempo é que já será mais de admirar, mas não conheço, de todo, a potência das suas eventuais ventosas ou outro qualquer atributo que possua.
As tenebrosidades do aparelho de justiça português é que me arrepiam. E nisso sinto-me solidário com os restantes milhões de habitantes deste lamaçal à beira-mar estabelecido.

Anónimo disse...

Mas porque é que o gajo desbobinou, se aquilo era um conto de terror?
Mandava-os pró carvalhinho e se fôsse preciso, tendo-os no sítio, entrava em greve da fome e era um escândalo do croalho.
Mais um pró rol e a Europa ficava informada e intervinha de certeza.
Porque não os processa por intimidação e abuso de poder?
Ou porque não escreve a contar o caso a qualquer Juiz da Audiencia Nacional Espanhola?
Isso é viável e, se se tem razão, muito recomendável.

Filipe Roncão da Silva