08 dezembro 2009

Você sabia que...

Henri Rousseau, Mulher passeando numa floresta exótica

... em Portugal...?

4 comentários:

confraria_da_alfarroba sociedade de irresponsabilidade e limitada disse...

oh pá!... eu sei. eu sei... essa oliveira cobriu os apóstolos daquele sujeito de Belém quando da última ceia...
ou terá sido um ramo dela que as pombas da arca de noé trouxeram no bico?...
tenho uma ideia disso, porque a árvore fica mui perto de minha casa.

Range-o-Dente disse...

Se olhar bem para as laranjas (as muitas, não o par), vai ver sinais de aquecimento global.

Joaquim Simões disse...

Caro confrade:
Os historiadores não estão de acordo quanto a tais matérias. O seu contributo é, assim, da maior relevância e, seguramente, assumirá um carácter decisivo no sentido da resolução do problema.
Esperamos, anelantes, pela sua próxima comunicação ao mundo.

Joaquim Simões disse...

Caro Range-o-Dente:
Os estudos biográficos mais recentes sobre Rousseau dão conta da estranheza da combinação entre a sua actividade profissional de aduaneiro e as suas práticas de pintor domingueiro. Além disso, a célebre frase que dirigiu a Picasso: "Somos os dois maiores pintores da nossa época; eu, no género moderno, e tu, no género egípcio", que, até hoje constituiu prova insofismável do carácter ingénuo (naïf) da sua perspectiva estética e respectiva obra, é hoje suspeita de constituir uma forma de comunicação codificada. Suspeita-se mesmo de que ambos hajam sido membros fundadores do IPPC, razão pela qual, numa acção preparatória prévia, planeada a dezenas de anos de distância, Rousseau colocou, tantas e tantas vezes, nos quadros que pintou, habitantes das zonas temperadas do planeta no meio de plantas tropicais, o que torna a sua obra em mero meio de propaganda e de burla.
Já agora, queria dar-lhe os parabéns pelo trabalho desenvolvido no Fiel Inimigo, denunciando essa mesma burla, perante uma comunicação social portuguesa, subserviente e provinciana, que só duas semanas depois de a bomba rebentar e a ONU ter vindo a terreiro, é que aflorou o tema timidamente, para se calar logo a seguir e continuar a ignorar o burburinho que se estende a todo o mundo.
Abraço.