19 novembro 2008

Se...


... isto for verdade (e tudo indica que o seja), então estaremos perante um procedimento inaceitável, ao melhor nível do Estado Salazarento. Não apenas porque constitui uma forma digna do filho do Manholas (alcunha do pai de Salazar) de conseguir argumentos, no sentido de afirmar que os professores cumprem e estão de acordo com o que foi determinado pelo Ministério, como também contraria o que é por ele estipulado para essa mesma avaliação quando estabelece, tanto quanto eu conheça do assunto, que os OI (objectivos individuais) têm um carácter pessoal e que, por questões de funcionalidade, com excepção dos casos litigiosos ou suspeitos, eles constituem somente matéria para o professor-avaliador.
José Sócrates é, sem dúvida, neste momento, o primeiro-ministro de um poder político que atingiu o sinistro ao nível do ridículo.

2 comentários:

Range-o-Dente disse...

O Botas era o Botas. Em corrida matinais, botas não dão jeito mas ténis servem perfeitamente. Eis o novo grande salto qualitativo dos modernos tempos magalhónicos.

De resto, o disco de hoje já nem vira.

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Joaquim Simões disse...

Boa!