
"Os professores portugueses em final da carreira são os mais bem pagos da União Europeia atendendo ao nível de vida do país, revela um relatório divulgado hoje pela Comissão Europeia em Bruxelas", noticia o Sapo (clicar no texto).
Admitindo que fosse verdade: já agora, gostaria que houvesse um outro relatório comparativo sobre as condições em que trabalham, professores e alunos, nas escolas portuguesas, bem como quanto às instalações e recursos que ambos possuem. A não ser que se considere que o espaço virtual do Magalhães e dos restantes computadores consegue substituir, desde logo, os espaços físicos utilizados nesses outros países.
Mas talvez se possa renogociar a tabela salarial, atribuindo um subsídio de risco por desgaste acelerado, atendendo a tudo isto e à indisciplina, para não alarmar os que se escandalizam com o ordenado chorudo e as prerrogativas do vizinho...
Curiosamente, a divulgação deste relatório é feita no dia seguinte àquele em que a OCDE deu nas orelhas da ministerial equipa e, por tabela, no engenheiro de faxes que a considera como a mais representativa da sua genial e humanista governação.
E ainda a propósito: sabiam que no Japão, a terra das mais avançadas tecnologias e que pratica um exigentíssimo ensino para se manter na frente da concorrência internacional, as aulas são expositivas e se continua a utilizar o velho quadro negro?
Há gente que, digam-lhe o que disserem, nunca mais aprende...!
2 comentários:
JS:
"A não ser que se considere que o espaço virtual do Magalhães e dos restantes computadores consegue substituir, desde logo, os espaços físicos utilizados nesses outros países."
Não não, meu caro. A ideia é sustituir os alunos.
RoD:
O meu amigo está cada vez mais subtil...!
Hoje, a chapelada é minha.
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