27 dezembro 2010

Só quem leu...


... O Homem Eterno, sabe quanto Chesterton estará divertido com isto.

2 comentários:

Nausícaa, São Paulo, Brasil disse...

Ainda não terminei a leitura, é impossível! Porque Chesterton evoca imagens extraordinárias, por ex. ao final do 3º capítulo, "até que a luz de um novo dia foi liberada, com o avanço e a chegada do nome: o nome surgiu como um trovão quando o mundo acordou para Roma".

Suspiro. É a quinta ou sexta vez que leio isso, e agora digito, e novamente, estou completamente arrepiada de emoção e maravilhamento. Fico horas, se não dias, relembrando coisas que aprendi na escola, nos livros, em conversas e agora Chesterton!

Grata de novo, caro Joaquim Simões. E aguardo seus apontamentos sobre a cultura ibérica para conhecer Portugal por vossa pena.

Joaquim Simões disse...

Nausícaa:
Terei muito gosto em lhe dar algumas sugestões de leituras sobre cultura portuguesa e ibérica, dentro do que caiba no âmbito dos meus conhecimentos. Mas como um assunto dessa dimensão não cabe na caixa de comentários, sugiro-lhe que me escreva para o endereço do blogue. Pela minha parte, terei também algumas perguntas a fazer-lhe sobre o Brasil.
Disponha, portanto.
Até já.