18 maio 2011

"O que Passos Coelho já fez na sua vida política para melhorar a vida dos portugueses?"


Esta foi a pergunta feita hoje por José Sócrates. Não sei, provavelmente não muito ainda. Mas terá agora a oportunidade de reconstruir Portugal inteiro, arrasado metodicamente pelo actual primeiro-ministro e seus comparsas, na tarefa mais árdua que caberá a um governante desde o 25 de Abril. Porque agora, ao contrário do que sucedeu na época, herda um país numa situação económica negativa ímpar. E, infinitamente pior, um país doente, débil pela desunião e desconfiança mútuas entre os cidadãos, habilmente incutidas e implantadas no decorrer de seis longos e tenebrosos anos por um grupo que procurou instalar-se e firmar-se no poder com a eficácia e a tenacidade de um parasita. E todos sabemos quanto é difícil livrarmo-nos de agentes parasitários quando a sua invasão e proliferação não foram travadas a tempo.

4 comentários:

Anónimo disse...

É preciso chamar os bois pelos nomes e dizer que quem acompanhou Sócrates no apoderar-se politicamente de todo o arco-íris nacional foi a Irmandade Irregular maçónica, dirigida e manipulada por membros do espectro socialista. Esta irmandade nada tem de iniciática dum ponto de vista do conhecimento hermético, é apenas um agregado de interesses, uma verdadeira arma para atingir o poder total. As ligações internacionais não são regulares, são com gente do mesmo jaez.

Flávio Josefo

Anónimo disse...

Sócrates o mentiroso compulsivo atacou Passos Coelho por este achar que em parte a empresa das Aguas de Portugal devia ser privatizada. Hoje os jornais revelaram que com o seu lacaio Mario Lino durante o governo Guterres fez um plano para ela ser totalmente privatizada.
Não é cenario de um filme o facto de o Primeiro-ministro demissionario faltar a verdade sistematicamente. Não é um jogo de computador nem historia para entreter tempos livres. Não, é algo da vida real, material e que nos inclui a todos como assistentes. Daí que estando nós todos a ser tocados, prejudicados e banalizados por esta característica social mas também política do referido tipo é imperativo afastá-lo do alto cargo de decisao em que tão nefasto para o Povo e a Nação se tem revelado. Com desculpas e desresponsabilizaçoes tem construído um discurso sujo e manobrador. O que não é benefico para este presente e para o futuro de todos. É tempo de lhe dizermos um rotundo Não.
Aqui em Londres conhecemos bem as suas mentiras como aquela da sua reuniao com o Gordon Brown.
Manuel Caldeira

Joaquim Simões disse...

Flávio Josefo:

Desde o século XVIII que, na Maçonaria, os aprendizes tomaram o lugar dos mestres. Foram eles que levaram a meter-se na política algo que era de raiz revolucionária, isto é, cultural. As mudanças na economia fizeram com que a instituição passasse a depender dos prósperos comerciantes e industriais, os aprendizes. E os aprendizes querem sempre resultados rápidos. A revolução maçónica passou a ser pensada em termos da impaciência própria da imaturidade e da superficialidade, do sucesso fácil e rápido. A maçonaria ligou-se ao dinheiro e, onde ele corre, é inevitável o aparecimento dos mais diversos tipos de mafia. A maçonaria tornou-se, por isso, na expressão e no instrumento de grupos de interesses que nada têm a ver com os objectivos da humanidade do Grande Arquitecto. Se é que ela alguma vez interessou à humanidade...

Joaquim Simões disse...

Manuel Caldeira:

Vá dando, de Londres, notícias que nós aqui, em Lisboa, desconhecemos.